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  • Uma empresa é constituída por elementos humanos, materiais e técnicos. O elemento humano, encerra em si a maior importância. Várias famílias dependem da prosperidade da empresa. Seja a família dos empregadores, seja a dos trabalhadores, seja a dos fornecedores, ou a dos demais credores... Não é de ânimo leve que se recorre a um processo de insolvência de uma empresa, precisamente devido a esta reacção em cadeia que é despoletada. Todavia, por vezes é a solução mais indicada. Mesmo quando tomada pelo empregador, ou seja quando este apresenta à insolvência a sua empresa. Repare-se, o processo de insolvência é um mecanismo de protecção dos credores, mediante o qual todos eles poderão receber os seus créditos, na medida do possível.
  • Portugal viu falir mais de 24 mil empresas por decreto dos tribunais no último trimestre de cada ano entre 2007 e 2015. Mas, ano após ano, foram cada vez mais os negócios a fechar portas. Se nos últimos meses de 2007 se registaram 730 insolvências, esse valor disparou 380%, para os 3505 casos, no final de 2015.
  • O crédito malparado nos empréstimos concedidos às famílias aumentou 0,2 pontos percentuais em Março, face ao mesmo período de 2015. Nas empresas, diminuiu em igual proporção.
  • O Administrador de Insolvência é um profissional que surge nomeado pelo Tribunal, no âmbito do Processo de Insolvência e que visa proteger os interesses da massa insolvente. Pretende-se que seja um profissional idóneo, dotado de conhecimentos técnicos tanto económicos como jurídicos e cuja profissão é regulada pela CAAJ, Comissão para o Acompanhamento dos Auxiliares da Justiça, entidade responsável pelo acompanhamento, fiscalização e disciplina dos administradores judiciais.
  • Só no primeiro trimestre de 2016 houve mais pessoas a pedirem ajuda ao Gabinete de Apoio ao Sobre-endividado da associação de defesa do consumidor que em todo o ano de 2008, quando a crise começou. Condições precárias de trabalho são uma das causas
  • O número de pedidos de insolvência recuou 14% no primeiro trimestre do ano, com as empresas a registarem um abrandamento mais acentuado do que as pessoas físicas, segundo números do Crédito y Caución.
  • Foram criadas por dia, durante os primeiros três meses do ano, cerca de 120 novas empresas, num total de quase 11.000, segundo um estudo da gestora de risco Ignios.
  • A ideia, contida no Programa Nacional de Reformas, é estimular a transacção de património e aumentar os casos de recuperação.
  • Os trabalhadores com salários em atraso têm que esperar dois anos pelo Fundo de Garantia Salarial, diz o Provedor de Justiça. Ou cinco. Ou sete. Depende dos casos.
  • As insolvências judiciais em Portugal recuaram 14% até março face ao mesmo período de 2015, somando 4.064 novos processos e regressando aos níveis de 2012 após crescimentos sucessivos durante a crise, segundo dados da Crédito y Caución.
  • A criação de novas entidades em Portugal situou-se em 11.099 nos primeiros três meses do ano, um decréscimo de 5,5% (menos 652 entidades) face ao período homólogo de 2015, de acordo com o Barómetro Informa D&B.
  • Governo pretende reduzir o tempo das investigações, aumentar a capacidade de repressão do crime e da confiança dos cidadãos
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